América do Sul, Aysén, Chile

CIRCUITO AVELLANO – 138 km explorando as Torres del Avellano

 

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Este post é um rascunho que pretendo atualizar em um futuro não muito distante, porém não muito próximo.

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  1. Introdução
  2. Resumo
  3. A trilha
  4. Clima
  5. Acesso
  6. Custos
  7. Relato
  8. Observações
  9. Outras trilhas
  10. Outras fontes
  11. Valeu?
  12. Nos acompanhe

Introdução

As Torres del Avellano estão localizadas na região de Aysén, no Chile, bem ao lado do Parque Nacional Cerro Castillo. É um roteiro de trilha que está ficando aos poucos popular na região. Há quem vá de helicóptero para as Torres. Sim, vimos helicópteros deixando e buscando turistas próximo às lagunas das Torres. Pasmem, parece que há uma nova modalidade chamada heli-trek em prática por lá.

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Resumo

No primeiro quadrimestre de 2026 nos aventuramos mais uma vez pela Patagônia Andina. No 11º dia de nossa viagem visitamos mais uma vez as Torres del Avellano. A primeira vez que fomos para Torres del Avellano foi em 2020, e naquele ano não conseguimos subir o paso de montanha ao lado das lagunas. Nosso objetivo em 2026 era atravessar o paso e seguir caminhando até Puerto Ibáñez. Pesquisamos alguns tracklogs da região, enchemos nossas mochilas e partimos.

Segue abaixo um resumo de nossa caminhada:

  • País: Chile
  • Região: Región Aysén
  • Localidade: Villa Cerro Castillo
  • Início: Carretera Austral
  • Fim: Villa Cerro Castillo
  • Distância total: 138 km
  • Duração: 8 dias
  • Altitude mínima: 310 metros
  • Altitude máxima: 1315 metros
  • Realizado em: fevereiro de 2026
  • Tracklog: Wikiloc
  • Previsão do tempo: Windguru

Você também poderá ver em breve nossa travessia em nosso canal do YouTube:

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A trilha

Segue abaixo o nosso percurso no mapa:

TERRENO e SINALIZAÇÃO

Trilha sem sinalização alguma, e alguns trechos sem trilha.

Depois do Paso Avellano não há nenhum vestígio de trilha. Foi um dia inteiro de vara-floresta, só na tentativa-e-erro para encontrar algum meio de sair daquele bosque. Não recomendo.

Aproximadamente entre as noites 3 e 4 cruzamos o rio 23 vezes. Na época os cruzamentos eram fáceis.

ALTIMETRIA

A altitude variou de 310 msnm a 1315 msnm. Tivemos uma ascensão acumulada de 4170 metros e uma descida de acumulada de mesmo valor. A inclinação mais acentuada foi de 13% durante a descida do lado sul do Paso Avellano.


Clima

Melhor época para fazer trilha nesta região é no:

Verão patagônico (dezembro a março)

🌡️ Temperaturas menos extremas: geralmente entre 5 °C e 15 °C durante o dia
❄️ Menos neve nas trilhas, inclusive nos passos altos
🌞 Dias mais longos, o que dá mais margem de segurança nas caminhadas

Importante considerar que em janeiro e fevereiro o clima é mais estável, mas ao mesmo tempo as vilas e trilhas estão mais lotadas.

E as outras estações?

Primavera (outubro–novembro)
As trilhas começam a abrir, mas ainda pode haver neve e lama. O clima é mais instável, mas as paisagens são lindas.

Outono (abril)
As paisagens são incríveis e há menos turistas. O frio aumenta rápido e nevascas podem fechar trilhas. A janela para trilhas é curta e imprevisível.

Inverno (maio a setembro)
Não recomendado para trekking tradicional. Neve profunda, frio intenso e trilhas fechadas

NOSSA TRILHA EM FEVEREIRO

Tivemos dias de Sol, dias nublados e um dia inteiro de chuva. Não estava muito frio e por sorte os ventos não sopravam muito forte. Encontramos poucas pessoas na trilha, cerca de 8 trilheiros somente.

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Acesso

COMO CHEGAMOS

Fomos de carona desde a Villa Cerro Castillo até o início da caminhada.

COMO SAÍMOS

Retornamos para a Villa Cerro Castillo caminhando.

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Custos

Seguem alguns custos em pesos chilenos (CLP) e equivalentes em reais (BRL), conforme câmbio local e preço da época (fevereiro de 2026):

  • Hospedagem, diária individual em camping tanto em Coyhaique como na Villa Cerro Castillo: $CLP 10.000 ($BRL 63)
  • Almoço, chorrillana para duas pessoas: $CLP 33.000 ($BRL 206)
  • Mercado para 8 dias de trilha, individual: $CLP 59405 ($BRL 371) → média diária de $BRL 46/pessoa

Cotação comercial em 19/01/2026:
$USD 1,00 = $BRL 5,37 = $CLP 887,29

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Relato

Fizemos a caminhada em 7 noites e 8 dias, como segue:

  1. Carretera Austral ➝ Estero Alto (25 km)
  2. Estero Alto ➝ rio Avellano (17 km)
  3. rio Avellano norte ➝ rio Avellano sul (12 km)
  4. rio Avellano sul ➝ Estero El Ventisquero (9 km)
  5. Estero El Ventisquero ➝ beira rio circuito (12 km)
  6. beira rio circuito ➝ Estero Alto (18 km)
  7. Estero Alto ➝ Lago Alto (24 km)
  8. Lago Alto ➝ Villa Cerro Castillo (21 km)

Dia 1: Carretera Austral (310 msnm) ➝ Estero Alto (1080 msnm)

Distância:25 km, sendo 4 km de carona

Conseguimos uma carona logo cedo na Villa Cerro Castillo. A carona nos deixou no primeiro ponto de ônibus ao sul depois da vila, logo após a Laguna Verde e a ponte sobre o rio Manso. Depois fomos caminhando pelo caminho veicular X-727 onde nenhum carro passava.

ponte sobre rio Sin Nombre na ruta X727

Ainda assim conseguimos uma carona por uns 4 km. Em um certo ponto há uma propriedade privada que impede a passagem de carros.

placa de propriedade privada

Seguimos, e aos poucos o caminho veicular dá sinais que um dia já passou carro por lá, mas está cada dia menos veicular o caminho. Encontramos dois grupos de trilheiros, em um total de cinco pessoas. Acampamos ao lado do Estero El Alto.

acampamento ao lado do Estero El Alto

Dia 2: Estero Alto (1080 msnm) ➝ rio Avellano (865 msnm)

Distância: 17 km

Acordamos com uma névoa bem úmida, o suficiente para deixar a barraca molhada. Arrumamos nossas mochilas e logo nos primeiros passos atravessamos o primeiro riacho do dia. Foram vários riachos e córregos que nos acompanharam durante todo o dia. Seguimos acompanhando o Estero El Alto, passando pelo Mallin El Alto. Caminhamos dentro de um bosque. Ao chegarmos no Mallín Plaza, fizemos um pequeno desvio para conhecermos a Laguna La Plaza.

Mallín La Plaza

Antes, deixamos nossas mochilas em uma cabana em construção, e atacamos a laguna só com o celular. Era somente 1 km de desvio, 2 km ida e volta. A laguna tem uma água azul clara e pastosa. Atrás havia um glaciar, mas devido ao clima nublado não podemos ver muita coisa.

Laguna La Plaza

Retornamos para a trilha, pegamos nossas mochilas e seguimos paralelo a um rio dentro de um bosque. Passamos pelo Mallin Grande onde tínhamos uma bonita vista de montanhas rochosas e nevadas. Vacas pastavam no Mallin. Seguimos margeando o lado leste do Mallin. Havia vários lugares para acampar e um riacho cortando o Mallín Grande.

Mallín Grande

Saímos do Mallin, entramos no bosque, encontramos um francês vindo do sentido contrário, atravessamos um rio, que acredito ser o rio Avellano, e descemos até a confluência de duas correntes de água.

atravessando um rio

Neste ponto decidimos acampar, pois era um lugar abrigado para a noite de chuva sinalizada pela previsão do tempo. Havia uma boa nascente de água bem próxima de onde acampamos.

Dia 3: rio Avellano norte (865 msnm) ➝ rio Avellano sul (860 msnm)

Distância:12 km

Acordamos com um dia ensolarado sem nuvens no céu. Dia perfeito para subir o Paso Avellano. Fomos seguindo o rio Avellano norte até a sua origem. Caminhamos a maior parte do tempo dentro do bosque. Tivemos alguns momentos de dúvidas na trilha, pois alguns tracklogs cruzaram o rio e outros não. Optamos por não cruzar o rio em um primeiro momento. Mas depois acabamos cruzando-o mais para frente. Pelo menos o dia estava agradável e a temperatura da água não estava muito fria.

cruzando o rio

Chegamos em um terreno pedregoso, onde fomos subindo até chegarmos na primeira laguna de Avellano.

a primeira laguna das Torres del Avellano

Caminhamos um pouco e chegamos na segunda laguna.

segunda laguna das Torres de Avellano

O curioso foi termos visto um helicóptero descendo próximo de lá. Provavelmente é um turismo diferenciado, no estilo heli-trek. Da segunda laguna seguimos subindo entre grandes pedras até o passo. A paisagem no paso é muito bonita. As lagunas de onde viemos de um lado, e do outro lado surgiram mais torres, glaciares e outra laguna. Muito lindo tudo. Superou as expectativas.

vista das duas lagunas no Paso Avellano
vista da terceira laguna descendo o Paso Avellano

Descemos o paso para o outro lado e foi muito difícil. Não havia trilha. Caminhamos sobre pedras gigantes com todo o cuidado para não cairmos. Foi muito exaustivo. Ficamos umas duas horas caminhando assim. Até que decidimos não seguir o tracklog que tínhamos e adentramos na floresta. Foi bem mais fácil de caminhar. Assim fomos até retornamos para o tracklog dentro do bosque, onde logo encontramos um lugar para acampar.

Dia 4: rio Avellano sul (860 msnm) ➝ Estero El Ventisquero (640 msnm)

Distância 9 km

Dia horrível. Foram 9 km de tortura embaixo de chuva. Foi um caminho sem nenhuma trilha, com árvores caídas, terrenos ora alagados ora com erosão, riachos e rios para cruzar, muito vara-mato e muito tempo procurando o melhor lugar para seguir em frente. Foi um dia inteiro de tentativa-e-erro procurando o melhor caminho. E para piorar estava chovendo. Seguimos descendo margeando o rio. Quando nos aproximávamos na beira do rio a paisagem era muito bonita, mesmo nublado.

Torres de Avellano vistas ao lado do rio

A caminhada só melhorou depois de cruzarmos um riacho e termos que voltar para a floresta em um terreno quase desmoronando. Foi então que depois de alguns metros após este cruzamento de rio, que nós passamos por um curral. Como foi bom apreciar o trabalho humano. A partir dali uma trilha surge e conseguimos avançar um pouco mais rápido. Seguimos até um cruzamento de rio. O rio estava bem caudaloso. Então decidimos acampar por lá e ver se no dia seguinte o volume do rio diminuiria.

acampamento do dia 4

Dia 5: Estero El Ventisquero (640 msnm) ➝ beira rio circuito (790 msnm)

Distância: 12 km

Acordamos e fomos conferir o volume do rio. Não havia reduzido muito o volume. O rio continua caudaloso, com um volume considerável e uma boa correnteza. Achamos melhor não cruzá-lo.

rio caudaloso

Optamos por seguir uma outra trilha que nos levaria para o mesmo lugar onde acampamos na segunda noite. Pelo que parecia haveria outros cruzamentos de rio, que torcemos para não serem tão caudalosos… A trilha segue sentido norte sempre beirando o rio, e sempre cruzando-o.. Cruzamos o rio 19 vezes ao longo do dia. Foi um pouco chato o tira-põe tênis. Em sua maior parte havia trilha para seguir, apesar que alguns trechos foram difíceis de encontrar a trilha, mas nem se compara com o dia anterior. Os cruzamentos de rio foram fáceis e água não estava muito gelada. O dia parcialmente nublado e quente ajudou. Só o fato de não estar chovendo estava bom.

um dos vários cruzamentos de rio

Caminhamos vendo montanhas rochosas arredor, um nevado aqui outro acolá, mas sem grandes atrativos.

paisagem ao lado do rio

No final do dia molhei totalmente meu tênis escorregando em uma pedra ao tentar atravessar um riacho. Bem irritada, acabamos encerrando o dia faltando 3 km para retornarmos ao acampamento da segunda noite. Acampamos bem ao lado do rio.

Dia 6: beira rio circuito (790 msnm) ➝ Estero Alto (1080 msnm)

Distância: 18 km

Logo que começamos a caminhar descobrimos que havia uma nascente de água, com um ótimo fluxo, bem pertinho de onde acampamos. Pena não termos visto ontem. Nosso filtro de água foi danificado no aéreo e estávamos bebendo água sem tratá-la. Cruzamos o rio mais 4 vezes, para enfim retornarmos para o mesmo lugar onde acampamos a segunda noite.

um dos últimos cruzamentos de rio

Neste dia nosso objetivo era chegar no mesmo acampamento da primeira noite. O dia estava bonito prevalecendo o Sol no céu. No caminho encontramos dois Greater Patagonian Trail (GPT) hikers que iriam cruzar o Paso Avellano. Eles estavam cientes do vara-floresta que enfrentariam. Seguimos passando pelos Mallins, porém desta vez o céu permitiu vermos as montanhas.

Mallín Grande

No caminho também tivemos uma boa vista da Laguna La Plaza.

vista da Laguna La Plaza

Acabamos o dia às 18 horas no mesmo lugar que na segunda noite, ao lado do Estero Alto. Neste dia ousei lavar as minhas calças e tomar banho lavando os cabelos… Foi ousado e não deu muito certo. Fui dormir com os cabelos úmidos e torcendo para a calça secar amanhã de manhã. Caso contrário teria que usar minha segunda opção: shorts.

Dia 7: Estero Alto (1080 msnm) ➝ Lago Alto (620 msnm)

Distância: 24 km

Não deu… tive que usar meu shorts. A culpa não foi da calça, mas sim da umidade gerada pelo rio próximo. Se eu tivesse pendurado a calça um pouco mais dentro da floresta, ela teria secado. Pelo menos foi um dia ensolarado e na estrada rústica. Seguimos pelo mesmo caminho do primeiro dia, porém quando chegamos na intersecção das rutas X-727 com a X-725, seguimos em direção ao Lago Alto ao invés de irmos para Carretera Austral. Apesar de cansativo valeu a pena irmos para o Lago Alto. A paisagem é bem bonita com vista para as montanhas do Parque Nacional Cerro Castillo.

Lago Alto

Nós acampamos em um lugar que ficava no meio entre o Lago Alto e a Laguna Verde. Paisagem lindíssima. A vista da Laguna Verde impressionou.

Laguna Verde

Dia 8: Lago Alto (620 msnm) ➝ Villa Cerro Castillo (330 msnm)

Distância: 21 km

Saímos do Lago Alto pela ruta X-725 e não tivemos sucesso com carona. Os poucos carros que passaram em nosso sentido não pararam. A maioria estava lotado mesmo. Somente um casal chileno local super simpático parou para conversar, mas estavam no sentido oposto. Não tivemos mais vistas dos lagos, mas no trecho final tivemos uma linda vista das montanhas do Parque Nacional Cerro Castillo.

as montanhas do Parque Cerro Castillo

Os últimos kms foram em uma trilha. Estávamos cansados e o desvio para o Lago Alto nos rendeu mais um dia de caminhada, mas valeu. A paisagem sempre compensa. Terminamos nosso circuito no mesmo local onde começamos: na Villa Cerro Castillo.

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Observações

  • Quando eu estava na Villa Cerro Castillo vi planfetos de transportes que levam até o início da trilha de Torres del Avellano por 70000 CLP. Seguem contatos dos planfetos: @aysentravellab e @huemul.enruta.
  • Há vários trechos sem trilha e de difícil caminhada, principalmente após o Paso Avellano.

Vale salientar o óbvio:

  • Cada um tem que se auto-avaliar para entender se tem condições físicas, psicológicas e técnicas para se enfiar na natureza. O que é fácil e divertido para alguns, pode ser um grande desafio para outros.
  • Nosso tracklog não é um caminho oficial, e pode não ser a melhor alternativa para este trajeto. Aconselho buscar outras fontes e tentar ir para qualquer trilha com pelo menos 3 tracklogs de autores distintos. Caso encontre um terreno duvidoso, é melhor seguir onde a maioria foi.
  • Tenha em mente que o caminho que percorremos pode ser alterado conforme os anos. Árvores podem cair, morros desmoronar, acessos serem restringidos pelo governo ou por proprietários de terra. Pesquise antes de ir.

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Outras travessias

Esta trilha faz parte da Greater Patagonian Trail. A Greater Pataganion Trail, ou GPT para os íntimos, é um percurso não oficial de quase 5000 km, que começa em Santiago do Chile, atravessa toda a Patagônia, e se estende até às ilhas Tierra del Fuego e Navarino. Para quem nunca ouviu falar e gosta de trilhas de longa distância, recomendo fortemente pesquisar a GPT no site do Wikiexplora. É diversão garantida para muitos verões!

Tivemos a oportunidade de explorarmos um pouco mais da GPT, e aproveito para compartilhá-la com você. Abaixo os links de outros trechos de algumas partes e/ou acessos que percorremos da GPT:

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Outras fontes

Está fazendo uma pesquisa para sua viagem? Sempre é bom ler mais de uma fonte. Deixo abaixo um link que encontrei sobre esta caminhada.

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Ajude

Doe! Não para mim, mas para quem está precisando. Indico aqui um Centro Beneficente da minha cidade. A minha mãe acompanha o trabalho deste centro, e por isso eu confio:

www.casadelucas.org.br

Chave PIX da Casa de Lucas: 74.333.816/0001-73

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