Brasil, Sudeste

MINI TRANSMANTIQUEIRA – de Aiuruoca a Itatiaia

Mais um trecho da Serra da Mantiqueira percorrido, foram no total 116 km entre trilhas e estrada de terra.

Podemos dividir esta travessia em duas partes: antes e depois da estrada de terra.

O antes foi basicamente no Parque Estadual da Serra do Papagaio e foi a parte mais bonita e agradável, acampamos sozinhos todos os dias com direito a banho nas refrescantes águas de rios e cachoeiras. O único dia que não acampamos no parque, tivemos a grata surpresa de sermos super bem recebidos por um casal morador próximo ao bairro Vargem de Baependi, que nos deixou acampar em seu quintal, tomar um delicioso banho quente e ainda nos ofereceu uma bela refeição. Agradecimentos especiais para Evilem e Thiago.

A segunda parte foi mais chata, quando saímos do Parque Estadual da Serra do Papagaio e fomos em direção ao Parque Nacional de Itatiaia por estrada de terra. Tivemos que dormir uma noite na beira da estrada, e foi nada agradável. Fora a poeira da estrada gerada ao passarem carros, que desencadeou minha rinite. E para acrescentar, sem lugar legal para descansar e lanchar.

A recomendação seria fazer a travessia de Aiuruoca até o bairro Berta de Itamonte, e parar por lá. Não vale a pena ir andando até Itatiaia. Só se estiver a fim mesmo. Ou o melhor dos mundos seria conseguir um transporte de Itamonte até Itatiaia e de lá seguir com a aventura. Aí sim, seria o ideal.

A travessia não teve trechos muito difíceis, como escalaminhadas. Foram caminhadas tranquilas em todo o percurso com alguns momentos de subidas mais pesadas, como no primeiro e nono dias. Maioria do tempo exposto ao Sol e com muito poucos trechos de mata fechada. E sobretudo, muitos momentos de orientação duvidosa, onde o GPS fez a diferença. Sinal de celular (no caso Vivo) havia somente nos cumes.

Abaixo os detalhes de como chegamos, roteiro do dia-a-dia, alguns gastos e fotos.

Como chegamos

Não tem ônibus direto de São Paulo para Aiuruoca. É necessário fazer uma parada em Caxambu. E em Caxambu tem um ônibus que vai até Aiuruoca.

O ideal, para não perder tempo, é sair de São Paulo às 8h45, chegando em Caxambu às 14h00. E às 15h15 pegar o ônibus até Aiuruoca.

caxambu
Parque das Águas em Caxambu (Minas Gerais)

Nós ficamos uma noite em Caxambu e conhecemos o Parque das Águas, com suas 12 fontes de água mineral. Foi um passeio agradável e interessante. Mas não se iluda, o sabor dessas fontes não é como estamos acostumados. Todas tem um pouco de gás e um sabor acentuado.

Roteiro

Dia 1: Aiuruoca – parque Estadual da Serra do Papagaio

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Primeiro dia no Parque Estadual da Serra do Papagaio. Pico do Papagaio na foto.

Saindo de Aiuruoca pegamos uma trilha bem demarcada para chegar ao Parque Estadual da Serra do Papagaio. Durante a subida há placas indicativas para mirantes e Pico do Papagaio. Como o céu estava um pouco nublado, decidimos deixar o pico do Papagaio para outro dia. Ignoramos a placa do Pico e seguimos um caminho mais longo.

Elevação do dia 1 - travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)
Elevação do dia 1 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

O Pico do Papagaio saiu de nossas vistas e chegamos no primeiro ponto de água, onde improvisamos um acampamento por lá.

Resumo do dia 1
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
11,1 km
4h30min
1.121 metros
257 metros
1.903 metros
Moderada

Dia 2: primeiro ponto água – acampamento antes do pico do Papagaio

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Indo para o Pico do Papagaio

A orientação do Parque é um pouco confusa, pois há várias trilhas bem demarcadas que podem confundir seu destino. Neste trecho, provavelmente a maioria das trilhas te levará até o Pico do Papagaio. Na dúvida é recomendável o uso de um GPS ou guia.

Elevação do dia 2 - travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)
Elevação do dia 2 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

O percurso é bem exposto ao Sol, com pontos de águas no caminho e subida leve sem grandes obstáculos. Passamos pelo acampamento oficial e seguimos adiante para acampar um pouco mais perto da água no meio da floresta. O terreno era um pouco inclinado, mas estar perto da água é mais vantajoso.

Resumo do dia 2
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
8 km
2h50min
521 metros
417 metros
2.186 metros
Moderada

Dia 3: Pico do Papagaio – retiro dos Pedros

Papagaio pico
No pico do Papagaio

Fizemos um ataque até o Pico do Papagaio para ver o nascer do Sol, em uma trilha tranquila e protegida do Sol. Foram 40 minutos de caminhada ida e volta.

Depois voltamos na mesma trilha do dia anterior, rumo ao Retiro dos Pedros. Neste dia foi o único momento que teve uma pedra um pouco maior e eu tive a ajuda das mãos para contorná-la.

dia 3
Elevação do dia 3 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

O Pico do Papagaio estava bem perto, mas deixamos para o outro dia.

Caminhamos por volta de duas horas e chegamos em um cume com uma bela vista para todos os lados.

serra do papagaio mirante
Entre o Pico do Papagaio e o retiro dos Pedros

Mais 30 minutos e acampamos no Retiro dos Pedros, próximo a um córrego de água.

Resumo do dia 3
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
7 km
2h40min
683 metros
519 metros
2.271 metros
Moderada

Dia 4: retiro dos Pedros – cachoeira do Charco

Papagaio
Retiro dos Pedros

Saindo do Retiro dos Pedros e depois de andar boa parte em mata fechada, chegamos no topo de um morro onde é possível ter uma boa vista da Serra. Trechos da trilha mal definidos, pouco explorados ultimamente, e algumas árvores caídas no meio da trilha.

A trilha segue alternando em trechos de mata mais fechada e de trechos expostos ao Sol, passando por outro morro com bela vista para a Serra e para o Pico do Papagaio.

Atravessamos a cachoeira do Charco, depois da queda d’água. Para os de baixa estatura têm que tomar cuidado para não molhar a mochila. No meu caso, dei a mochila para o Ramon, pois minha bunda ficou ensopada.

Papagaio Charco
Vista da cachoeira do Charco de onde acampamos.

Acampamos no mirante da cachoeira do Charco.  Sem sinal Vivo.

dia 4-26
Elevação do dia 4 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)
Resumo do dia 4
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
12,1 km
4h20min
412 metros
925 metros
2.160 metros
Moderada

Dia 5: cachoeira do Charco – casa amarela

Papagaio juju
Cachoeira do Juju

No caminho para casa amarela, passamos pela cachoeira do Juju. No morro que a antecede, houve uma queimada semanas atrás. Segundo um guarda-parque que encontramos, as queimadas são frequentes e muitas vezes criminosas.

dia 5-27
Elevação do dia 5 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

A cachoeira do Juju é bem agradável, e é possível chegar de carro. Lá encontramos um hare krishna. Acho que ele estava tentando adicionar mais dois fiéis à sua fazenda vegetariana, mas deve ter desistido quando peguei meu lanche de salame. Estava uma delícia.

Mais uma hora, atravessamos um rio, bem baixo, e chegamos na casa amarela, onde montamos acampamento. Dentro da casa, tem dois quartos e uma sala/cozinha. Um quarto estava fechado, mas é possível dormir dentro da casa. Ótima cachoeira ao lado da casa para banho.

Resumo do dia 5
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
6,4 km
3h15min
511 metros
389 metros
1.782 metros
Moderada Leve

Dia 6: casa Amarela – bairro Fazenda Baependi

Papagaio casa Amarela
Casa Amarela

Logo após 45 minutos da casa amarela, avistamos um incêndio no morro do Careta. O guarda-parque nos avisou que o fogo começou um dia antes e o tempo seco não estava ajudando a brigada. Infelizmente tudo indicava ação criminosa.

Papagaio Morro do Careta
Incêndio no Morro do Careta

Antes da área ser protegida como Parque Estadual da Serra do Papagaio, era muito usada para alimentar gados. Mas parece que a prática das queimadas continua por lá. Em 2014 o Parque sofreu um incêndio que atingiu 80% de sua área, segundo brigadista que encontramos.

Seguimos até bem perto do incêndio e depois descemos até o bairro Vargem de Baependi, onde paramos em um mercado para nos abastecer de comida.

Depois da vendinha, seguimos a orientação da trilha que baixamos em nosso GPS, até chegar no final da estrada, onde estava uma casa. Olhamos um para cara do outro, nos perguntando onde foi que acamparam, pois só víamos a estrada terminando na casa. Enquanto isso os cachorros nos recebiam com muitos latidos. Eles foram, tipo, uma campainha, pois a dona da casa saiu para ver o que estava acontecendo.

E para nossa surpresa, ela falou que poderíamos acampar por lá. Foi tudo de bom. Fomos acolhidos com um excelente banho quente e um jantar delícia. Surpresa boa. Agradecemos Evilem e Thiago pela hospitalidade e generosidade. Tinha até wi-fi!!

🙂

dia 6-28
Elevação do dia 6 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)
Resumo do dia 6
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
16,1 km
5h10min
552 metros
984 metros
2.003 metros
Moderada

Dia 7: bairro Fazenda Baependi – zona rural Alagoa

Tínhamos mais um pedacinho do Parque Estadual da Serra do Papagaio para percorrer. Logo após a casa da Evilem e Thiago, há uma subida bem forte (bem que o Thiago nos avisou).

dia 7-29
Elevação do dia 7 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

Seguimos o percurso sem grandes obstáculos, até chegar na sede do Parque. Não tinha ninguém e estava tudo fechado. Depois apareceram dois brigadistas e foram embora. Lugar extremamente agradável para armar a barraca. Encontramos até tomada de energia para carregar nossos eletrônicos. Mas decidimos seguir, para nossa posterior infelicidade.

Papagaio sede
Sede do Parque Estadual da Serra do Papagaio

Logo saímos do Parque e mais uma surpresa na travessia, passou por nós um carro da Band Vale e decidiram entrevistar esses dois seres que caminhavam com a mochila discreta nas costas. Durante todo o percurso encontramos pouquíssimas pessoas. Todos os dias acampamos sozinhos (com exceção em Baependi 🙂 ). Quando eles nos viram, pararam o carro sem pestanejar. Estavam fazendo um especial sobre a Serra da Mantiqueira.

Papagaio entrevista
Entrevista pela Band Vale

E começa a parte chata: estrada de terra. Descobrimos que um lugar que estava indicado como acampamento no GPS, ficava na beira da estrada, longe da água, perto do Odir Queijo. Devido o horário, acabamos ficando por lá.

O lugar era plano e espaçoso, mas o chão tinha muita terra embaixo de um solo duro. Era só encostar que ficávamos marrons. Mas era o que tinha. Fiquei armando a barraca em um solo onde a estaca não entrava e o Ramon foi buscar água. Ao retornar ele falou que poderíamos acampar uns 600 metros antes, perto da água. Fica a dica para quem passar por este aperto. A sorte é que poucos carros passaram pelo local. Então não fomos perturbados.

Resumo do dia 7
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
14,2 km
4h50min
780 metros
432 metros
1.830 metros
Moderada

Dia 8: zona rural Alagoa – bairro Berta Itamonte

Papagaio-Itatiaia estrada terra
Estrada de terra saindo do Parque Estadual da Serra do Papagaio

Segundo dia chato: estrada de terra. Teve somente um trecho em trilha para chegarmos na Pousada Fazenda Serra Bonita.

dia 8-30
Elevação do dia 8 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

Boa acomodação na pousada, com lareira e bela vista. Mas um defeito gravíssimo: não tem internet! Como chegamos de surpresa e éramos os únicos hóspedes, a pousada não estava oferecendo café da manhã. Mas sem problemas, pois queríamos nos livrar do peso da comida que carregávamos.

Fomos atrás de internet e ao lado desta pousada tem um Pesque Pague com wi-fi e camping. Comemos uma bela porção de truta fresquinha, nos atualizamos e voltamos para a pousada. Dormir em uma cama dentro de um quarto, de vez em quando faz bem.

Resumo do dia 8
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
10,8 km
3h40min
299 metros
575 metros
1.817 metros
Moderada Leve

Dia 9: bairro Berta Itamonte – Parque Nacional de Itatiaia

Papagaio a Itatiaia
Parada para uma foto da cachoeira da Fragaria, na estrada de terra indo para Itatiaia.

Sobe e desce pela estrada de terra até o bairro Campo Redondo em Itamonte. Paramos em um bar, conseguimos um sinal de Wi-Fi, tomamos refrigerante, nos atualizamos e partimos. Neste bar seria possível comprar biscoitos, mas já estávamos abastecidos para até o final da jornada.

Mais um sobe e desce na companhia de uma moça levando uma mula carregada de leite, para ser transformado em queijo e iogurte, e chegamos no bairro Fragaria.

dia 9-31
Elevação do dia 9 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

Continuamos subindo, passamos por algumas casinhas, e enfim chegamos em uma trilha. Saímos da estrada. Eba!!!

Continuamos subindo na trilha até chegar em um ponto de água potável onde acampamos. Foi o dia com a caminhada mais longa, 17km.

Resumo do dia 9
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
17,1 km
6h30min
1.265 metros
847 metros
2.130 metros
Moderada

Dia 10: Parque Nacional de Itatiaia – Maringá

Descida tranquila até Maromba, porém completamente nublado e sem fotos.

😦

dia 10-01
Elevação do dia 10 – travessia Aiuruoca a Maringá (Serra da Mantiqueira)

Passamos pela cachoeira Santa Clara e paramos em Maringá.

cachoeira santa clara itatiaia
Cachoeira Santa Clara (Parque Nacional de Itatiaia(

Para finalizar a travessia, ficamos na pousada Sol Nascente. Excelente pousada, com chuveiro incrível, lareira, Wi-Fi bom e ótimo café da manhã.

Resumo do dia 10
Total percorrido
Tempo
Subida acumulada
Descida acumulada
Altitude máxima
Dificuldade
12,3 km
4 horas
511 metros
1.209 metros
2.125 metros
Moderada Leve

Para ir embora, pegamos um ônibus que sai de Maromba, passa por Maringá e vai até a rodoviária de Resende. Foram aproximadamente 1h20min. Em Resende compramos passagem para a selva de pedra: São Paulo.

Assim finalizamos 115 km trilhados na Serra da Mantiqueira. Completando 260 km e passando por 8 cidades, nos 3 trekkings sabáticos realizados até o momento.

Custos

No total gastamos individualmente R$ 801,20. Vale observar, que tivemos alguns momentos ostentação, como saborear um fondue a luz de velas. 😉

Seguem alguns gastos.

Transporte: R$ 158,70/pessoa

  • Ônibus São Paulo a Caxambu: R$ 68,30
  • Ônibus Caxambu a Aiuruoca: R$17,00
  • Ônibus Maromba a Resende: R$ 9,80
  • Ônibus Resende a São Paulo: R$ 63,60

Mercado: R$ 181,00/pessoa

  • Mercado Caxambu: R$ 291,58
  • Mercado Baependi: R$ 70,00

Restaurantes: R$ 199,00/pessoa

  • Caxambu almoço: R$ 12,00
  • Zona rural Itamonte, porção peixe: R$ 25,00
  • Maringá, fondue para 2 pessoas: R$ 204,00 (momento ostentação)

Outros: R$ 10,00/pessoa

  • Caxambu, Entrada Parque das Águas: R$ 10,00

Hospedagem: R$ 252,50/pessoa

Cotação Dólar Americano comercial em 7/9/17: R$ 3,10

Resumo travessia Aiuruoca a Maringá

  • Cidades próximas: Rio de Janeiro (288 km), São Paulo (347 km), Belo Horizonte (426 km)
  • Início: Aiuruoca, Minas Gerais
  • Fim: vila de Maringá em Itatiaia, Rio de Janeiro
  • Distância total: 115 km
  • Duração: 10 dias
  • Pontos de água: durante o percurso, nos acampamentos e proximidades
  • Altimetria acumulada: 6.655 metros
  • Altitude máxima: 2.271 metros
  • Mapa da trilhaWikiloc
  • Previsão do tempo: Windguru
  • Dificuldade: Moderada. Não recomendada para iniciantes e é necessário um bom condicionamento físico.

Dicas

  • Principal dica: leve GPS ou vá com guia. São muitas trilhas que confundem o destino.
  • Nos trechos de estrada de terra, tente algum transporte, seja carona ou resgate. É muita chata a caminhada nesse trecho.
  • Muitos trechos exposto ao Sol, não se esqueça da proteção.
  • É possível fazer compras em mercados em Aiuruoca, bairro Vargem de Baependi, e no bar em Campo Redondo em Itamonte (neste último somente snacks e biscoitos).

Quer mais?

Este foi somente um pedaço da Serra da Mantiqueira. Poderíamos continuar a travessia seguindo a Serra Fina, Marins e Itaguaré.

Também há outras opções mais fáceis na Mantiqueira, como o Pico da Onça, Serra do Lopo e Campos do Jordão.

Fontes

www.ief.mg.gov.br

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